Complexidade e Atividades Econômicas no Brasil – desafios e oportunidades

Autores

  • Valéria Macedo Doutora em Ciência da Informação - IBICT/UFRJ
  • Marcos Cavalcanti Doutor em Informática - Université Paris-Sud/França

Palavras-chave:

complexidade, ciência das redes

Resumo

Este estudo analisou a capacidade produtiva dos estados brasileiros através do Indicador de Complexidade Econômica (ICE) da plataforma DataViva. A metodologia do ICE foi desenvolvida pelos pesquisadores Cesar Hidalgo e Ricardo Hausmann com base na Ciência das Redes. Com abordagem teórica sobre complexidade econômica e pesquisa quantitativa observou-se que, historicamente, São Paulo é o estado com maior complexidade econômica e maior diversidade de capacidade produtiva com ICE 2015 de +119,74, seguido do Rio de Janeiro, com ICE 2015 de +9,95. Em relação ao Rio de Janeiro, o avanço de 8,08 pontos do Indicador de Complexidade Econômica (ICE) na comparação de 2005 e 2015 faz com que o estado se destaque na construção de complexidade em seu ambiente neste período. A maioria dos demais estados possui variação nula ou negativa de complexidade. Em relação à capacidade produtiva, o Rio de Janeiro conseguiu aumentar o número de ocupação na área de ciências e artes e técnicos em ensino médio comparando os anos de 2005 e 2015, tornando-se o estado que mais alavancou em complexidade neste período.

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Publicado

2021-04-13

Como Citar

Macedo, V., & Cavalcanti, M. (2021). Complexidade e Atividades Econômicas no Brasil – desafios e oportunidades. Revista Inteligência Empresarial, 40, 31–39. Recuperado de https://inteligenciaempresarial.emnuvens.com.br/rie/article/view/31